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No dia 25 de Agosto estava marcada uma visita de âmbito didáctico, no museu da electricidade muito se podia aprender de forma simples e divertida. Este espaço já foi o grande motor de fornecimento de energia da cidade de Lisboa na primeira metade do século passado. A fonte era o carvão, cujo "percurso" desde a chegada ao porto até ao fornecimento de luz numa casa foi muito bem explicado, tanto pela guia, como por um pequeno documentário explicativo que era acompanhado por um esquema que continha precisamente toda a sequência, todo o processo por que passava o carvão. Andando em torno de todas aquelas máquinas e mecanismos, responsáveis pela transformação, podíamos aperceber-nos do quanto naquele tempo a realidade era diferente. Era um trabalho árduo, ingrato. Muitos trabalhadores tinham que desistir por não aguentarem certos esforços. As temperaturas que se atingiam no interior do edifício eram inimagináveis.
No final existia um espaço bem simples com pequenos engenhos que se destinavam mais ao pequeno público, com os quais se podiam constatar diversos fenómenos físicos de modo bem divertido, como brinquedos. Havia também um pequeno "computador" com questões para avaliar os mais interessados.
Em torno de toda aquele ambiente energético, também tivemos algumas noções de ecologia, energias menos poluentes, energias alternativas, no seio de todas aquelas máquinas, e no nosso interior existia no fundo o desejo de querer fazer também algo de melhor pelos espaços em que vivemos, aproveitando para estudar um pouco o passado, tentando compreender melhor o mundo em que vivemos, que é de todos nós e deve ser preservado. A energia está em tudo o que fazemos e há que aproveitá-la o mais racionalmente possível,para que todos possamos viver equilibradamente.
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