
Lisboa, docemente ...
Vi os Telhados de Alfama, numa explosão de vermelho, quando o sol desvanece. E a foz do Tejo, o crepúsculo e depois, o anoitecer.....
As cores que encantam dos electricos que passeiam a cidade, o olhar dos que lhe seguem o trajecto aqui e além;
E,mais alto, sempre mais alto , em direcção ao Castelo e ao Céu, o fado, as guitarras que choram a tocar ....
É assim que te vejo, Lisboa. É assim que te vou recordar! Assim, tu ter´s sempre a poesia de uma flor, cujas pétalas um vento amigo leva até ao rio, aquele imenso abraço de encontro ao mar.
Esta recordação doce que nunca acabará, que escuto de noite em oração! .... quando vou deitar...
IL
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